Tensão e ofensas após classificação do Grêmio

A vitória do Grêmio por 1 a 0 sobre o Mirassol, válida pelas oitavas de final da Copa do Brasil, terminou em confusão fora das quatro linhas. O árbitro Davi de Oliveira Lacerda relatou em súmula uma série de ofensas direcionadas à equipe de arbitragem logo após o apito final. Segundo o relato, o vice-presidente do Mirassol, Juninho Antunes, teria abordado os árbitros de forma ríspida na zona mista, utilizando termos como "ladrão" e "safado", além de questionar a integridade da equipe.

O estopim da revolta do clube paulista foi a anulação de um gol de Bruno Santos. O lance foi revisado pelo VAR, que confirmou um toque de bola no braço de André Luís, responsável pela assistência. O jogador chegou a admitir o contato, mas criticou a interpretação da regra, alegando inconsistência entre as marcações feitas no meio de campo e dentro da área. A equipe de segurança precisou intervir para conter o dirigente.

Com o resultado de 1 a 0 em Porto Alegre, o Grêmio garantiu sua vaga nas quartas de final da competição. O empate de 1 a 1 no jogo de ida, em Mirassol, favoreceu o Tricolor Gaúcho, que avançou após o triunfo em casa. Agora, o foco do Mirassol deve se voltar para as sanções disciplinares que podem ser aplicadas pela CBF devido ao comportamento do dirigente relatado.

Perguntas frequentes

Por que o gol do Mirassol foi anulado? O VAR confirmou que a bola tocou no braço de André Luís durante a assistência para o gol de Bruno Santos.

O que o árbitro relatou em súmula? O árbitro Davi de Oliveira Lacerda relatou ofensas verbais proferidas pelo vice-presidente do Mirassol, Juninho Antunes.